Ainda bem...

Ainda bem...
Silsaboia

 

Ainda bem que eu amo a vida.
Ainda bem que  ali no meio daquele verde pendura-se o meu sorriso.
 E as dores e lágrimas somem no vento da minha janela quando vislumbro o mundo.
E a angustia rendida adormece num estranho bocejo.
E nessa hora, um duende azul voa pelas calçadas apressado entre árvores sonolentas

e me joga um doce beijo.

:: Postado por Sandra Bernardelli às 02h37
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De Fato.

 

De Fato.

J. Eduardo Trefiglio.

 

MEU ATO SEM PUDOR NEM DESACATO UM FATO CONSUMADO; CONSUMIDO;

ACABADO; TUDO CONCLUÍDO.

AS CORTINAS SE FECHARAM NEM AS ILUSÕES ME ABALARAM.

TODA A PAIXÃO MAL RESOLVIDA VIROU UMA EXPERIËNCIA EM MINHA VIDA.

ME FEZ, ACREDITAR NA REALIDADE...

ESTA EM QUE VIVO, QUE PENSO EM MINHA FELICIDADE...

E SEM NENHUMA VAIDADE, COM TODA CERTEZA POSSO FALAR...

QUE SOU MUITO MAIS EU, MUITO MAIS FELIZ COM MUITO AMOR PARA DAR

E VOCÊ PERDEU!

:: Postado por Sandra Bernardelli às 02h34
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Despedida.

 

Despedida.

Silsaboia.
O amor é um vilão.
Morto está, e o sonho nos acorrenta.
Hoje te encontrei.
Doeu nada sentir.
No ultimo momento uma carícia em minha testa.
Aquele gesto falava, gritava!
Como a querer reviver  o que já não existia.
Senti dor.
Ah... Velho amor, parabéns!
Resistiu mais tempo do que devia.
 

 

 

:: Postado por Sandra Bernardelli às 02h32
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Por onde andas?

Por onde andas?
 Silvane Saboia.
Ah meu grande amor por onde andas?

Já te ensaiei em tantos corpos já te imaginei em tantas danças...
Por que tu não morres dentro de mim?
Será que eu me enganei de mundo?
E vim adiantada?
Estou perdida?
 Trouxe esse amor lindo no peito e essa paixão sem medida.
Na certa houve algum erro do destino, pois este doce amor e este beijo serão teus em outra vida!

 

 

 

 

 

:: Postado por Sandra Bernardelli às 02h25
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Verdade

 

Verdade

Silvane Saboia

Existe um "quê" de libertação na verdade. Sermos reais a ponto de engolir o possível sonho imaginado. Sonho esse que não nos pertence, pois significa fuga e não desejo. Existe um brilho majestoso em sermos leais a nós mesmos. Aceitarmos o que somos, e não o que esperam que sejamos.  Nos confundimos muito, com o que está no nosso coração com o que deveria estar. E nesse momento podemos causar erros cruéis. A verdade é como um raio forte de sol, às vezes, fechamos os olhos para não senti-lo, mas ele está lá poderoso sobre a nossa cabeça. Tentamos fazer felizes aqueles que nos cercam, tentando sonhar os sonhos deles, e não os nossos, mesmo que por vezes doentes e falhos. Inutilmente passamos a derrubar o que carregamos na alma para substituir por verdades que não são nossas. A verdade espera, quieta, estrebucha, às vezes fica mansa, mas vence no final. E nesse momento sentimos a liberdade. Liberdade de sermos nós mesmas, com acertos, erros e escolhas, que nem sempre é aceita por quem amamos. Nunca poderemos fugir da nossa verdade. Nunca poderemos recitar o texto de outro, pois estaríamos no palco errado. Na vida, somos os artistas e a platéia de nós mesmos. No final nos aplaudimos ou não. Os demais sairão felizes, e nós ficaremos sentados, vazios, com o texto de outros sonhos que não são nossos, bobos em nossas mãos.

05/05/2004

:: Postado por Sandra Bernardelli às 02h21
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O Que Eu Amo Em Você

O Que Eu Amo Em Você

Silvana Duboc

O que eu amo em você é a sua indelicadeza, porque ela me traz a certeza de que eu posso conviver com grandeza com todo tipo de fraqueza. O que amo, verdadeiramente, em você, é a sua cegueira diante de tantas verdades. É ela quem me faz notar que meus olhos podem observar o que os seus nem conseguem reparar. O que eu amo, sem limites, em você, é a sua arrogância, a sua falsa superioridade... Porque elas me fazem exercer a minha generosidade. É com a ajuda delas que eu não lhe deixo perceber a sua inferioridade. O que eu mais amo em você é a sua falta de sensibilidade diante da minha amizade. Ela só faz me provar que eu sou grande, capaz de lhe perdoar  e ainda por cima me doar sem nunca, nada lhe cobrar. O que simplesmente amo em você são as suas represálias, tão tolas e ordinárias que eu até posso tolerá-las, afinal é uma forma de lhe auxiliar para que o seu tempo possa passar. O que,  com certeza,  eu amo, demais, em você é a sua covardia em ser todo dia o sinônimo da indiferença, porque isso me dá a alegria de saber que não sofro dessa doença. O que eu tanto amo em você é essa sua inconseqüente infantilidade, porque ela me faz ver que diferente de você  eu tive a sorte de crescer. O que amo, simplesmente adoro, em você é o seu jeito de me magoar. Porque ele me faz constatar  como sou forte. Afinal, essas mágoas eu tenho conseguido superar... Eu amo quando vou lhe procurar, louca prá alguma coisa desabafar e aí vem você com seus problemas e em mim põe-se a desaguar. Eu pacientemente paro prá lhe escutar, achando que em seguida minha vez vai chegar. Que nada... Você não me deixa falar. E é aí que eu amo a sua falta de tato em nunca perceber o momento que eu mais preciso de você. Sabe por quê? Porque quando você vai embora,   eu descubro, na hora, que não preciso de você prá meus problemas resolver. O que eu também amo e preciso lhe dizer, são algumas diferenças que tenho de você. Tem essa pedra de gelo que mora dentro do seu peito pingando sem nunca derreter, enquanto no meu reside um coração que pulsa até não mais poder. Sorte minha a gente não se parecer. Amo muito, também,   o fato de você ter me provado que não vivemos plugados. Você em mim jamais conseguiu ficar conectado enquanto o meu eu, em você, sempre esteve ligado. Amo a atenção que você me dedica... Tão precária tão longínqua, capaz de me provar que perto de mim você só quer estar quando de alguma coisa está a precisar. Mas é aí, então, que eu descubro o tamanho do meu coração, porque ainda assim, sempre corro prá lhe ajudar sem nenhum agradecimento esperar. Eu amo, finalmente, você nunca ter entendido o que é ser um grande amigo... Porque se entendesse e continuasse a agir assim comigo eu já teria lhe esquecido. Mas de tudo, de tudo mesmo que eu possa amar em você, o melhor, o mais importante é que, a todo instante, você, muso ou coadjuvante, me dá inspiração prá escrever e isso eu tenho que lhe agradecer.

 

 

:: Postado por Sandra Bernardelli às 02h17
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Além do Vento

Além do Vento

Paulo Mello

Quisera eu voar com o vento sem levar bagagem de sentimentos;

Na carona da esperança amizade sem deixar para trás saudades;

Vivendo uma vida sem lembranças do que passou na vida terrena.

Nuvens harmonizarão meu ser além da imensidão.

Serei apenas fumaça que se dissipa ao ventar.

Alguns dirão: - Adeus!

Outros -Até um dia !

Eu...

Serei lembrança, apenas lembrança.

22.04.07

:: Postado por Sandra Bernardelli às 02h10
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