BANDOLEIRO DA ILUSÃO

:: Postado por Sandra Bernardelli às 03h08
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BANDOLEIRO DA ILUSÃO

Jorge Linhaça

 

Se eu espalhasse apenas um sonho sobre as sendas de teu coração seria um sonho de amor risonho onde as minhas armas eu deponho. Sou bandoleiro de minha ilusão.Se das plagas da poesia despertasse com meu pégaso a campear o mundo não haveria quem me bastasse até que por fim eu te encontrasse e cultivasse o sentimento profundo.

Sou bandoleiro das palavras soltas prisioneiro de minhas utopias que por vezes caem em orelhas moucas por serem entre geniais e loucos disparates do nosso dia a dia. O meu fado é o meu eterno poetar é espalhar pelas searas do mundo a ambição e em todos despertar o dom de amar e a todos os corações chegar a  tocar transformando em verdade a minha ilusão.

:: Postado por Sandra Bernardelli às 03h05
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NÃO FALO NAS ENTRELINHAS!

:: Postado por Sandra Bernardelli às 02h56
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NÃO FALO NAS ENTRELINHAS!
RivkahCohen


Quando falo escrevo ou penso é sempre a forma que realmente estou sentindo, estou vendo.
Se lhe parecer que falo nas "entrelinhas", posso garantir que essa forma não é minha.
Sou direta,  porque a vida já me mostrou que não faz curva,  anda em linha reta.
Tenho sempre em mente que não posso passar uma visão turva, pois não falo sozinha digo o que, para mim, é premente, mas jamais nas entrelinhas! FALO O MEU SENTIR...
****
Adilia Monteiro Aguiar Oya
Meu sentir é meu dizer, não sei ser diferente, porquê o espanto?
Sou assim, forte ao  falar, fraco no sentir... Lágrimas correm em meu rosto, nos interiores secas estão...
Meu sentir é assim, não calo ao sentido, falo ao sentir... Muitos se foram, poucos estão...
Não posso tirar a dor de ás vezes sentir saudades, mas sei da dor que de mim saudades sentem...
Sou assim, é o meu sentir, o meu falar...
5/1/2005

:: Postado por Sandra Bernardelli às 02h53
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Luz... Paz... Amor

:: Postado por Sandra Bernardelli às 02h41
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Luz... Paz... Amor
Schyrlei Pinheiro

O amor procura a força de um momento encantado, para tornar-se a luz da verdade
e iluminar toda criação,com a razão da canção incontida no coração, que marca o compasso
do ritmo certo das emoções, fazendo os sentimentos elevarem as almas apaixonadas
ao estágio sublime,onde a compreensão perfuma os atos, tornando a paz um presente
energético, aquecendo o corpo, temperando o desejo dos sonhos, que motivam, no tempo,
a caminhada sentida no curto circuito que eterniza a temática de um pensamento, que brilha
protegido dos tormentos, seguindo o vento, pedindo paz para a união,que se multiplica, eternizando-se  na vida

 Reg 15405 /3

:: Postado por Sandra Bernardelli às 02h38
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Tristeza

:: Postado por Sandra Bernardelli às 02h28
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Tristeza

 Wilson de Oliveira Carvalho

 

Tem dia que a tristeza toma conta de mim, acabando por estraçalhar meu sentimento, para completar a maldade o desalento maltrata minha alma.Faço uma coisa aqui, outra ali, o dia não passa, caminha lento, para complicar meu estado, apenas a nostalgia se apresenta.Nessa angústia só eu sinto as lágrimas, só eu que grito e ninguém me escuta, não encontro o que procuro, só eu sou abalado em minha estrutura.E, assim, a noite chega convidando para sonhar, sonhos que nada trazem, que nada acrescentam, a não ser chorar mais.O tic-tac do relógio despertando o silêncio, não sei se sinto calor ou frio, os minutos desfilando vagarosamente  o desespero, se instalando novamente.E quando a madrugada se avizinha, trazendo como presente um calmante, me diz de mais um dia que vem raiando,porém, não garante a salvação do que vem me matando.No horizonte um desconhecido dia, com ele o despertar de nova esperança,ou será apenas uma desordena luz, que ofusca, e para o inexistente me conduz?

:: Postado por Sandra Bernardelli às 02h25
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Sonho Mal Resolvido

:: Postado por Sandra Bernardelli às 01h55
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Sonho Mal Resolvido 

Vanderli Medeiros

 

Chegastes indefeso não concatenava idéias
sem amor emergido na dor em meio ao desamor

 Encontrastes-me assim também carente
coração doente...
Unidos na dor nasceu o amor.

 Então,embalei-te em meus braços em pleno descompasso
amei-te,dei-me, e te fiz meu, e fui tua...

 Construí, em segundos,um mundo só nosso
Castelo de venturas nosso pequeno paraíso,nosso mundo celestial
foram quatro mágicas paredes a velar nossos momentos

 Não percebi que ao baixar a guarda expunha-me demais
seu coração ferido sangrava de saudade,da outra.
Pensando nela não via-me...

 Petulante pensei poder curar toda tua mágoa...
Meu erro foi não perceber que era tarde demais para nós

 Envolto em esperanças mortas preferiu reunir os cacos e crer na utopia de um novo acerto
Na segurança do velho,com medo de escrever um novo texto um novo ensaio
voltou a ‘antiga peça’.
 No dia que perceber teu erro desejará voltar,retomar nossa história...
Então,SERÁ TARDE DEMAIS
Já terei partido e, em tua vida serei apenas um sonho mal resolvido
uma lembrança de como poderia ter sido um adeus emudecido
uma lágrima seca presa na garganta do tempo,
Um lamento!

02/12/02

www.vanderlimedeiros.cjb.net 

 

:: Postado por Sandra Bernardelli às 01h53
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Pablo Neruda

:: Postado por Sandra Bernardelli às 01h52
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Pablo Neruda 

Hemos perdido aun este crepúsculo. 
Conseguimos perder até mesmo este crepúsculo. 
Nadie nos vio esta tarde con las manos unidas mientras la noche azul caía sobre el mundo. 
Ninguém nos viu de mãos dadas esta tarde,  enquanto a noite azul caía sobre o mundo. 
Mientras la noche azul caía sobre el mundo. 
Enquanto a noite azul caía sobre o mundo. 
He visto desde mi ventana La fiesta del poniente en los cerros lejanos. 
Vi, da minha janela,  festa do poente nas colinas distantes. 
A veces como una moneda, se encendía un pedazo de sol entre mis manos. 
 Acende-se um pedaço de sol entre minhas mãos. 
Yo te recordaba con el alma apretada de esa tristeza que tú me conoces. 
Eu te recordava com a alma apertada  desta tristeza que tu em mim conheces. 
Entonces, dónde estabas? Entre qué gentes? Diciendo quê palabras? 
Então, onde estavas? Entre quais pessoas?   Dizendo que palavras? 
Por qué se me vendrá todo el amor de golpe, cuando me siento triste, y te siento lejana? 
Por que me virá todo o amor, de repente,  quando me sinto triste e te sinto distante? 
Cayó el libro que siempre se toma en el crepúsculo, y como un perro herido rodó a mis pies mi capa. 
Caiu o livro que sempre se toma no crepúsculo  e, como um cão ferido, rolou a meus pés, sua capa. 
Siempre, siempre te alejas en las tardes hacia donde el crepúsculo corre borrando estatuas. 
Sempre, sempre, te afastas, às tardes  até onde o crepúsculo foge apagando imagens.



:: Postado por Sandra Bernardelli às 01h49
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Quando você se for

:: Postado por Sandra Bernardelli às 01h41
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Quando você se for

Cássia Vicente

  

Quando você se for porque qualquer hora

sei que vai embora não vou cobrar tua presença

nem tuas lembranças muito menos teu

adeus... 

Quando você se for ficarei olhando sem tristeza

porque as recordações que terei serão muitas

as mais perfeitas para que minh'alma

sobreviva sem você...

 Quando você se for saberei que não terminou

apenas foi uma etapa que acabou porque sei que o que vivemos

será eterno em nós...

Quando você se for com certeza outro virá

mas você nunca sairá de onde um dia pediu licença

e entrou...

 Quando você se for não vou chorar vou virar a página

e sorrir...

JataíGo/16/12/05

 

 

:: Postado por Sandra Bernardelli às 01h39
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O amor, quando se revela...

:: Postado por Sandra Bernardelli às 01h32
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O amor, quando se revela...

 Fernando Pessoa

 

O amor, quando se revela, não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,mas não lhe sabe falar.

Quem quer dizer o que sente não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente Cala: parece esquecer

Ah, mas se ela adivinhasse, se pudesse ouvir o olhar, e se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala; quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala, fica só, inteiramente!

Mas se isto puder contar-lhe o que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe porque lhe

estou a falar...

 

:: Postado por Sandra Bernardelli às 01h25
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Litteratim/Litteratim II

:: Postado por Sandra Bernardelli às 03h47
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Litteratim

Sandra Ravanini

 

Perturba o meu sono esse eterno escoar gotejando passado, na dor alimentada em vigília que se completa em idolatria,no semblante que ostenta o culto encerrando cinzento adro,abaixo do peso a proteção em venal manto de nua covardia. Hoje quero a paz no silêncio em um canto aqui dentro, um sossego polido em pedras nas quais eu já descansei, face ao sol arando a minha pele n'uma semente advento, não trilho outros caminhos e nem recaminho outras leis. Queira-me mal se lhe afeta assim ser eu um bruto cristal, nada quero eu d'um embrulho vazio e seus laços perfeitos, queira-me bem se não lhe fere meu brilho de pedra-do-sol, nada tenho eu, além da enchente que completa o meu leito.Hoje quero a omissão e não naufragar em sua insana lacuna, tal qual ouro em pó, misturando a alquimia em altar ausente, acumulando seus sais em cavidade de fel, fermentando laguna, e em meu interior sentir as junções de minhas água-docenses.

******

Poema 0549 - Litteratim II
 Caio Lucas
O eterno brota em gotas que voltam aos céus, serei ex-dono da dor que machuca teus ossos, descobre deste manto de fel que te cobre a boca,deixo o covarde ganhar algum tempo antes da derrota final.Passa teu silêncio, entregue-o a outro que necessita, volta a ser chão, enquanto descansas, és terra bruta, queima ao sol do inferno que um dia vivestes,refaças tuas leis e delega ao teu corpo a paixão que desejas.Queiras o sorriso de cristal enquanto for precioso para ti, volta e joga teu passado neste vazio absurdo que tenta esconderes, faças sol dentro dos teus olhos, que pouco brilham quando falam de amor, ao leito, não de morte, de amor, de êxtase, toda paixão que te moves.Volta hoje ao teu navegar sobre altares de deuses pagãos, mistura tuas poucas riquezas aos trapos que vestem os mendigos,são iguais, corpo e alma, sem rumo, sem direção, sem amor,ide e batiza tua alma em um córrego de carinho, ame, te ame!

19/12/2005

:: Postado por Sandra Bernardelli às 03h43
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Perdão no coração

:: Postado por Sandra Bernardelli às 03h31
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Perdão no coração

Joe'A

A medida que a gente aprende a perdoar a gente também aprende a se desculpar.

E a gente também passa ao nosso erro reconhecer.É quando a gente começa a grande viagem do se conhecer.É quando a gente começa realmente da vida aprender porque a um erro reconhecer, o certo começa a saber ao errar sentimos as dores do sofrer.

Ao reconhecer um erro, e se desculpar, de humildade começa, a saber, com o erro sofremos e fazemos outros sofrer.

Com o reconhecimento e a desculpa, aliviamos o sofrimento e o perdão vem como um linimento

Como um balsamo para o coração da gente.Se desculpar, não é se humilhar muito pelo contrario, é  a alma dignificar.Ser perdoado não é ser rebaixado, não é ser depreciado, mas sim por este ato ser respeitado e considerado.Saber perdoar é saber ser divino pedir perdão é consolar a alma.

Desculpar é ser desprendido e generoso pedir desculpas é a modéstia em forma de amor.

O ato de pedir perdão e perdoar enobrece a alma, dignifica o nome.

Quem pede perdão considera a remissão

Quem concede perdão tem amor no coração

:: Postado por Sandra Bernardelli às 03h24
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Medo

:: Postado por Sandra Bernardelli às 03h11
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Medo

 Wilson de O.Carvalho

 

Sim, confesso tenho medo perdê-la e com você o amor infinito

que me deleita que faz bem e que torna tudo mais bonito

 Tenho medo de não mais sentir o teu calor, de não poder abraçá-la como tem sido de não mais contar com teu ombro amigo

Tenho medo de perder teus beijos ardentes de não poder despi-la mesmo em pensamentos,não presenciar os teus caprichos de mulher teus encantos, tua forma de ser

Tenho medo de não ter mais teus braços onde durmo, onde sonho onde me torno mais macho...

Tenho medo de perder tua companhia de não sentir o cheiro da mata ao anoitecer, de não mais escutar o silêncio romântico a nos rodear e deixar de sentir todo o bem que você me faz

Tenho medo de deixar de ouvir com você o apito do trem perdido lá na mata,e não mais ver a fumaça que dele escapa tenho medo de não ver o nascer da lua e sem você deixar de sentir a mística coisas do amor que só a razão explica..

Tenho medo de não poder envelhecer ao teu lado, e assim tornar-me um andarilho amortalhado e pela vida ser mais um atormentado Sim, confesso tenho medo que nosso sonho seja desfeito...

:: Postado por Sandra Bernardelli às 03h09
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